Inquérito aberto após alegada recusa de atendimento a grávida em Faro
ULS Algarve abre inquérito a caso de grávida sem assistência em Faro
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A Unidade Local de Saúde do Algarve (ULS) abriu um inquérito após uma grávida alegar que foi negada assistência no Hospital de Faro. Ela foi transferida para o Hospital de Portimão, onde deu à luz. A ministra da Saúde pediu esclarecimentos sobre o caso, enfatizando que nenhuma grávida deve ser deixada sem atendimento.
- 01A grávida chegou ao Hospital de Faro sem contato prévio com a linha SNS24 e foi encaminhada para Portimão após alegada recusa de atendimento.
- 02A ULS do Algarve anunciou a abertura de um inquérito para apurar os fatos e avaliar o cumprimento das normas hospitalares.
- 03A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, destacou a importância da formação dos profissionais de saúde para garantir o atendimento adequado.
- 04O regulador da Saúde, ERS, também iniciou um processo de avaliação sobre a recusa de atendimento no Hospital de Faro.
- 05A ULS afirmou que o desfecho da situação clínica da grávida foi adequado, apesar das circunstâncias iniciais.
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Um caso envolvendo uma grávida que alegou ter sido negada assistência no Hospital de Faro levou a Unidade Local de Saúde do Algarve (ULS) a abrir um inquérito. Segundo informações, a mulher chegou ao hospital sem contato prévio com a linha SNS24 e foi transferida para o Hospital de Portimão, onde deu à luz. A ULS informou que o hospital tinha a valência de Ginecologia/Obstetrícia disponível apenas para casos referenciados ou de urgência interna. A administração da ULS está analisando a situação para identificar possíveis melhorias organizacionais e assistenciais. A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, pediu esclarecimentos e reforçou que nenhuma grávida deve ser deixada sem atendimento. O regulador da Saúde, ERS, também anunciou um processo de avaliação para investigar as circunstâncias da recusa de atendimento, buscando garantir que as normas sejam cumpridas.
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O caso levanta preocupações sobre o atendimento a grávidas em situações de emergência, o que pode afetar a confiança da população nos serviços de saúde.
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