Pressão dos EUA sobre Conglomerado Cubano Gaesa Levanta Questões de Interesses Estratégicos
Império militar na mira: Pressão sobre conglomerado cubano levanta debate sobre interesses dos EUA na ilha
O Globo
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A pressão dos Estados Unidos sobre o conglomerado militar cubano Gaesa, após a captura de Nicolás Maduro, visa cortar suas receitas e promover uma transição que favoreça interesses americanos, especialmente no turismo. A crise em Cuba se agrava, com apagões e escassez de combustíveis, enquanto a elite cubana permanece unida em torno do poder.
- 01O conglomerado Gaesa controla entre 40% a 70% da economia cubana e é alvo de sanções dos EUA.
- 02A diretora da Gaesa, Ania Guillermina Lastres Morera, está entre os sancionados pela administração americana.
- 03O turismo, que movimentou cerca de US$ 1,3 bilhão em 2023, é visto como um setor estratégico para interesses americanos.
- 04A elite cubana, incluindo o ex-presidente Raúl Castro, permanece unida e resistente às pressões externas.
- 05Especialistas afirmam que a repetição do modelo venezuelano em Cuba é complexa devido à falta de uma oposição organizada.
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A pressão dos Estados Unidos sobre Cuba, intensificada após a captura de Nicolás Maduro, foca no conglomerado militar Gaesa, que controla uma parte significativa da economia da ilha. As sanções visam cortar receitas e impactar diretamente a diretora da empresa, Ania Guillermina Lastres Morera. A Casa Branca argumenta que essas ações buscam promover a liberdade econômica e a democracia em Cuba, responsabilizando a Gaesa pela crise atual, que inclui apagões e escassez de combustíveis. O turismo, uma das principais fontes de receita, é considerado um setor chave para os interesses americanos, que buscam uma transição favorável. No entanto, a elite cubana, incluindo figuras influentes como Raúl Castro, permanece coesa e resistente a mudanças. Especialistas afirmam que, diferentemente da Venezuela, onde os EUA encontraram divisões internas, Cuba possui um sistema político mais unificado e sem uma oposição significativa. A possibilidade de uma abertura econômica é vista como complexa, dependendo de mudanças políticas profundas e do fim das sanções.
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As sanções dos EUA estão exacerbando a crise econômica em Cuba, levando a apagões e escassez de combustíveis.
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