APED lança projeto-piloto para promover a circularidade têxtil em Portugal
APED lançou projeto-piloto para impulsionar a circularidade têxtil
Sapo
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A Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) lançou um projeto-piloto para promover a circularidade têxtil, com contentores de recolha em dez lojas da Grande Lisboa e Grande Porto. O objetivo é testar soluções logísticas e comportamentais em preparação para novas metas de sustentabilidade da União Europeia até 2028.
- 01APED lançou um projeto-piloto de circularidade têxtil em Portugal.
- 02Contentores de recolha estão disponíveis em dez lojas da Grande Lisboa e Grande Porto.
- 03Iniciativa visa preparar o setor para novas metas de sustentabilidade da UE até 2028.
- 04Cristina Câmara destaca a importância da colaboração entre consumidores e parceiros.
- 05O projeto ajudará a consolidar recomendações para uma estratégia nacional de moda sustentável.
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A Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) lançou um projeto-piloto para impulsionar a circularidade têxtil, com contentores de recolha disponíveis em dez lojas selecionadas nas regiões da Grande Lisboa e Grande Porto. Os consumidores podem depositar voluntariamente roupas e outros têxteis que não utilizam mais nas lojas de parceiros como Auchan, Decathlon, El Corte Inglés e Continente. Financiada pelo Fundo Ambiental e gerida pela consultora Minsait, a iniciativa visa criar conhecimento para o futuro modelo de Responsabilidade Alargada do Produtor (RAP), que será obrigatório na União Europeia até 2028. O projeto tem como objetivo testar soluções em um contexto real, avaliando a logística de recolha, triagem e o comportamento do consumidor. Cristina Câmara, Diretora de Sustentabilidade da APED, enfatiza que esse projeto é um “instrumento essencial” para preparar o setor, destacando a necessidade de uma abordagem colaborativa entre produtores, retalhistas e o sistema científico. A APED e seus parceiros buscam consolidar recomendações que servirão de base para uma futura estratégia nacional, promovendo um setor de moda e retalho mais sustentável, alinhado com as diretrizes da Diretiva (UE) 2025/1892. Para garantir a eficiência da triagem, a organização solicita que os artigos sejam entregues secos e dentro de um saco fechado, aceitando peças manchadas, mas excluindo materiais molhados ou com resíduos químicos.
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O projeto pode ajudar a reduzir o desperdício têxtil e promover práticas de consumo mais sustentáveis entre os consumidores em Portugal.
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