Policial militar é preso após reconhecimento controverso em Mato Grosso do Sul
'Forte e de bigode': PM é preso após reconhecimento por fotos na internet em caso de abordagem violenta em MS
G1 - O Portal
Image: G1 - O Portal
Um policial militar rodoviário foi preso em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, após um reconhecimento feito apenas por fotos na internet, relacionado a uma abordagem violenta na fronteira com o Paraguai. A Associação de Praças da Polícia Militar contesta a legalidade da prisão, alegando falhas no processo de identificação.
- 01Policial foi preso após investigação do Ministério Público de Mato Grosso do Sul.
- 02Reconhecimento do policial foi feito apenas por fotos, sem identificação adequada.
- 03Vítima relatou abordagem violenta e ameaças durante a abordagem policial.
- 04Investigação inicial foi arquivada, mas um novo inquérito foi aberto pelo MP.
- 05Associação de Praças da Polícia Militar contesta a validade da prisão.
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Um policial militar rodoviário está preso desde o início de maio no presídio militar de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, após investigações do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) sobre uma abordagem violenta na fronteira com o Paraguai. A prisão ocorreu após um homem, que se identificou como servidor público federal, denunciar que foi agredido durante a abordagem. Ele alegou que um dos policiais, descrito como 'alto, forte e com bigode', o ameaçou com uma arma e o agrediu. A denúncia foi registrada com apoio de autoridades policiais e do Judiciário, levando a uma investigação pela corregedoria da Polícia Militar. Apesar de dois policiais terem sido identificados como responsáveis pela abordagem, o inquérito inicial foi arquivado por falta de evidências. No entanto, o MP reabriu a investigação, resultando na prisão de dois policiais, um dos quais já havia sido apontado como autor da abordagem. A Associação de Praças da Polícia Militar contesta a prisão, argumentando que o reconhecimento foi feito apenas com base em fotos e que o policial não se encaixa na descrição fornecida pela vítima. O advogado criminalista Lucas Arguelho Rocha destacou que o reconhecimento deve incluir mais de uma pessoa para evitar erros.
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A situação pode afetar a confiança da população nas forças policiais e na justiça, especialmente em casos de abordagem violenta.
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