Milhares protestam em Santiago contra políticas do presidente chileno
Milhares marcham no Chile contra políticas do presidente. As imagens
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No último sábado, milhares de pessoas marcharam pacificamente em Santiago, Chile, em protesto contra as políticas do presidente José Antonio Kast, especialmente a possibilidade de indultos a autores de crimes contra a humanidade. A senadora Fabiola Campillai, uma vítima da repressão policial, destacou a importância de ouvir as vozes das vítimas.
- 01A manifestação foi organizada pela Coordenação Nacional de Organizações de Direitos Humanos e Sociais e ocorreu na Plaza Baquedano.
- 02A senadora Fabiola Campillai, que perdeu a visão e o olfato devido à repressão policial, criticou a possibilidade de indultos a criminosos de direitos humanos.
- 03O ministro da Justiça, Fernando Rabat, não descartou indultos a condenados por crimes durante a ditadura civil-militar no Chile.
- 04O presidente Kast admitiu que sua política de austeridade causará dor, mas garantiu que não haverá cortes em programas sociais.
- 05Desde sua posse em março, Kast implementou cortes orçamentários significativos, incluindo uma redução de 462 milhões de dólares no Ministério da Saúde.
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No último sábado, uma grande manifestação pacífica ocorreu em Santiago do Chile, organizada pela Coordenação Nacional de Organizações de Direitos Humanos e Sociais. O protesto, que partiu da Plaza Baquedano em direção ao Palácio Presidencial de La Moneda, foi motivado pela preocupação com a possibilidade de indultos presidenciais a pessoas condenadas por crimes contra a humanidade. A senadora Fabiola Campillai, que sofreu repressão policial durante os protestos de 2019, enfatizou a necessidade de ouvir as vítimas e criticou a impunidade. O ministro da Justiça, Fernando Rabat, afirmou que as circunstâncias de cada caso determinarão a resposta do governo a esses indultos. Além disso, o presidente José Antonio Kast, que assumiu o cargo em março, reconheceu que sua política de austeridade, que visa cortar 6 bilhões de dólares em 18 meses, causará dor, mas garantiu que programas sociais não serão afetados. A manifestação reflete a crescente insatisfação popular com as medidas do governo e a necessidade de justiça para as vítimas de abusos no passado.
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As políticas de austeridade do governo podem afetar serviços públicos essenciais, como saúde e cultura, gerando insatisfação entre a população.
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