Dentista em Goiás é presa por realizar cirurgias invasivas sem autorização
Dentista presa suspeita de deformar pacientes fazia cirurgias invasivas em clínica, diz polícia
G1 - O Portal
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A dentista Valéria Martins Ribeiro, de 33 anos, foi presa em Goiânia por realizar procedimentos cirúrgicos invasivos sem autorização, em condições inadequadas. Ela é investigada por lesão corporal grave, após relatos de complicações em pacientes. A operação policial resultou na apreensão de documentos e equipamentos da clínica.
- 01Valéria Ribeiro realizava procedimentos como rinoplastia e lipoaspiração em sua clínica em Goiânia, sem a infraestrutura adequada.
- 02A dentista não possuía autorização para realizar cirurgias invasivas, o que levou à sua prisão e à investigação de pelo menos 11 pacientes com complicações.
- 03Durante a operação, uma funcionária da clínica foi presa por tentar esconder evidências relacionadas à investigação.
- 04O Conselho Regional de Odontologia de Goiás (CROGO) está acompanhando o caso e afirmou que apenas cirurgiões-dentistas especializados podem realizar esses procedimentos.
- 05A polícia bloqueou R$ 600 mil para garantir possível ressarcimento às vítimas afetadas pelos procedimentos inadequados.
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Valéria Martins Ribeiro, uma dentista de 33 anos, foi presa em Goiânia, Goiás, suspeita de realizar cirurgias invasivas em condições inadequadas e sem autorização. De acordo com o delegado Wladimir Freire, a dentista realizava procedimentos como rinoplastia, bichectomia e lipoaspiração em sua clínica, sem a infraestrutura necessária, como uma UTI próxima. A investigação, parte da Operação Protocolo de Risco, revelou que pelo menos 11 pacientes relataram complicações graves, incluindo deformidades e cicatrizes permanentes. Durante a operação, uma funcionária da clínica foi detida por tentar esconder evidências. O Conselho Regional de Odontologia de Goiás (CROGO) informou que a dentista possui registro ativo e que apenas cirurgiões-dentistas especializados podem realizar esses procedimentos. A polícia também bloqueou R$ 600 mil para garantir o ressarcimento das vítimas. Valéria permanece presa após uma audiência de custódia.
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Os pacientes que realizaram procedimentos com Valéria Ribeiro enfrentam complicações graves, como deformidades e cicatrizes permanentes.
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