Nutricionista sobrevive a tentativa de estupro após lutar com agressor usando técnicas de artes marciais
Nutricionista que lutou contra agressor para não ser estuprada treinou muay thai, boxe, jiu-jítsu e defesa pessoal

Image: G1 - O Portal
A nutricionista Jéssica Santos, de 35 anos, lutou por 13 minutos contra um homem que invadiu seu apartamento em São Paulo e tentou estuprá-la. Utilizando técnicas de muay thai, boxe e defesa pessoal, ela conseguiu escapar e agora busca apoio psicológico após o trauma.
- 01Jéssica Santos utilizou técnicas de muay thai, boxe e jiu-jítsu durante a luta com o agressor, que durou 13 minutos.
- 02O agressor, Wellington de Oliveira Santos, foi preso em flagrante e possui um histórico criminal, incluindo condenações por estupro.
- 03A nutricionista sofreu ferimentos, mas conseguiu evitar o estupro e pediu ajuda aos vizinhos após escapar.
- 04A advogada de Jéssica afirma que o condomínio deve ser responsabilizado pelas falhas de segurança que permitiram a entrada do agressor.
- 05Após o ataque, Jéssica está fazendo acompanhamento psicológico e não consegue mais dormir sem medicação.
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No dia 23 de maio, a nutricionista Jéssica Santos, de 35 anos, enfrentou um agressor que invadiu seu apartamento em São Paulo, utilizando técnicas de muay thai, boxe e jiu-jítsu que havia aprendido. A luta corporal durou aproximadamente 13 minutos, durante os quais ela conseguiu aplicar um golpe conhecido como 'mata-leão' e se desvencilhar do agressor. Wellington de Oliveira Santos, que possui um histórico criminal, foi preso em flagrante. Após o ataque, Jéssica, que sofreu ferimentos, buscou ajuda de vizinhos e agora está em acompanhamento psicológico devido ao trauma. Sua advogada argumenta que o condomínio deve ser responsabilizado pelas falhas de segurança que permitiram a entrada do agressor, destacando que ele passou pelo sistema de segurança sem ser abordado. A nutricionista, que vive em São Paulo há um ano e meio, está considerando ações judiciais contra o condomínio para reparação pelos danos sofridos e melhorias nos protocolos de segurança.
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O caso levanta questões sobre a segurança em condomínios e a proteção de moradores contra agressões.
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