Novo protocolo do SUS para detecção precoce de câncer colorretal
Novo exame do SUS pode detectar câncer colorretal mesmo sem sintomas

Image: O Globo
O Ministério da Saúde do Brasil lançou um novo protocolo no Sistema Único de Saúde (SUS) para rastreamento do câncer colorretal, utilizando o Teste Imunoquímico Fecal (FIT) em pacientes assintomáticos entre 50 e 75 anos. O objetivo é identificar a doença precocemente em mais de 40 milhões de brasileiros, aumentando as chances de tratamento e cura.
- 01O novo protocolo utiliza o Teste Imunoquímico Fecal (FIT) como exame de referência.
- 02O FIT detecta sangue oculto nas fezes, um sinal precoce de câncer colorretal.
- 03O exame é menos invasivo que a colonoscopia e não requer preparo intestinal.
- 04Pacientes com resultados positivos no FIT serão encaminhados para colonoscopia.
- 05A detecção precoce pode aumentar as chances de cura para até 90% se a doença for diagnosticada em fase inicial.
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O Ministério da Saúde do Brasil anunciou um novo protocolo no Sistema Único de Saúde (SUS) para o rastreamento do câncer colorretal, que afeta milhões de brasileiros. O protocolo introduz o Teste Imunoquímico Fecal (FIT) como exame de referência para pacientes assintomáticos com idades entre 50 e 75 anos. O FIT é um exame que detecta sangue oculto nas fezes, um dos primeiros sinais de câncer de intestino, pólipos ou lesões pré-coces. A medida visa rastrear a doença em mais de 40 milhões de pessoas, facilitando o diagnóstico precoce e, consequentemente, aumentando as chances de tratamento e cura. O teste é menos invasivo e não requer preparo intestinal, o que pode incentivar mais pessoas a realizá-lo. Se o resultado for positivo, o paciente será encaminhado para uma colonoscopia, que permite uma visualização mais detalhada do intestino. O diagnóstico precoce é crucial, pois o câncer colorretal pode evoluir silenciosamente nas fases iniciais. Entre os sinais de alerta estão sangue nas fezes, alterações persistentes do hábito intestinal e perda de peso inexplicada. O novo protocolo também busca ampliar o acesso à prevenção e reduzir a mortalidade associada ao câncer colorretal, que tem alta taxa de cura quando identificado cedo.
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A nova abordagem permitirá que mais brasileiros tenham acesso a exames preventivos, potencialmente reduzindo a mortalidade por câncer colorretal.
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