Número de mortos pela insurreição em Cabo Delgado, Moçambique, chega a 6.527 desde 2017
Mortos devido à insurgência em Moçambique sobem para 6.527 desde 2017
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Desde o início da insurreição armada em Cabo Delgado, Moçambique, em outubro de 2017, o número de mortos subiu para 6.527. Recentes ataques do grupo extremista Estado Islâmico Moçambique (EIM) resultaram em mortes de civis e destacam a crescente violência na região, especialmente ao longo da estrada N380.
- 01O número total de mortos devido à insurreição em Cabo Delgado é de 6.527 desde 2017.
- 02A maioria dos 2.356 eventos violentos registrados envolveu o grupo extremista Estado Islâmico Moçambique (EIM).
- 03Os ataques recentes ocorreram em várias aldeias, com um destaque para a estrada N380 como uma linha de demarcação entre comunidades.
- 04O presidente de Moçambique, Daniel Chapo, expressou a intenção de buscar uma solução pacífica para o terrorismo na região.
- 05Os insurgentes estão se movendo para o sul, atacando áreas em busca de suprimentos.
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O último relatório da organização de Localização de Conflitos Armados e Dados de Eventos (ACLED) revela que o número de mortos devido à insurreição em Cabo Delgado, Moçambique, atingiu 6.527 desde o início do conflito em outubro de 2017. Entre os 2.356 eventos violentos registrados, a maioria está ligada ao grupo extremista Estado Islâmico Moçambique (EIM). Recentemente, entre 10 e 14 de abril, o EIM atacou quatro aldeias próximas à vila de Macomia, resultando na morte de pelo menos seis civis e no sequestro de dois. Os ataques destacam a estrada N380 como uma linha de demarcação, onde a violência é mais intensa a oeste, onde a Força Local, associada ao partido no poder, a Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), é forte. O presidente Daniel Chapo afirmou que busca uma solução pacífica para o terrorismo, lembrando que a paz em Moçambique foi alcançada anteriormente através do diálogo após uma guerra civil que durou 16 anos. A província de Cabo Delgado, rica em gás, enfrenta ataques extremistas há oito anos, com o primeiro ataque registrado em 5 de outubro de 2017.
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Os ataques do EIM têm um impacto devastador sobre a população local, resultando em mortes, sequestros e deslocamento forçado de comunidades.
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