Conflito entre acionistas minoritários da Oncoclinicas e CVM sobre OPA
Oncoclínicas: novos capítulos na guerra dos minoritários com a CVM
O Globo
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Os acionistas minoritários da Oncoclinicas, representados pela Abraicc, contestam a imparcialidade da CVM na Oferta Pública de Aquisição (OPA) e pedem revisão do processo. A diretora Marina Copola não poderá votar devido a conflitos de interesse, enquanto os minoritários exigem uma OPA a preços justos.
- 01Os acionistas minoritários da Oncoclinicas questionam a imparcialidade da CVM, alegando que a gerência SRE/GER-1 cometeu 'quebra objetiva de imparcialidade'.
- 02A Abraicc, que representa os minoritários, pediu a revisão da condução do caso e a avocação integral do processo pela CVM.
- 03Os minoritários defendem que a OPA deve ser realizada a um preço superior a R$ 16, enquanto as ações estão cotadas a R$ 1,46.
- 04A diretora Marina Copola se declarou impedida de votar devido a conflitos de interesse relacionados a seu trabalho anterior.
- 05As reclamações formais foram feitas à corregedoria da CVM e à Controladoria-Geral da União (CGU) por parte dos acionistas.
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Os acionistas minoritários da Oncoclinicas, organizados pela Associação Brasileira de Investimento, Crédito e Consumo (Abraicc), intensificaram sua disputa com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em relação à Oferta Pública de Aquisição (OPA) da empresa. Eles alegam que a gerência SRE/GER-1 da CVM agiu de maneira inadequada, resultando em uma 'quebra objetiva de imparcialidade'. Os minoritários solicitaram que a CVM revise todo o processo, afastando a gerência responsável, e que um membro do colegiado assuma a relatoria do caso. A OPA é vista como uma proteção para os acionistas minoritários, garantindo que suas ações sejam compradas a preços justos. Os acionistas exigem que o fundo estrangeiro Centaurus realize a OPA a um preço superior a R$ 16, enquanto as ações da Oncoclinicas estão avaliadas atualmente em R$ 1,46. A diretora Marina Copola não poderá participar da votação devido a conflitos de interesse, tendo atuado anteriormente em casos relacionados à empresa.
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A disputa pode afetar a confiança dos investidores na CVM e na Oncoclinicas, impactando o mercado de ações da empresa.
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