Fintech Smart Solutions movimentou R$ 1,2 bilhão em esquema de lavagem de dinheiro do PCC
Fluxo Oculto: fintech apontada como 'duto financeiro' da máfia do nafta movimentou R$ 1,2 bilhão
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A fintech Smart Solutions, investigada pelo Ministério Público de São Paulo, foi identificada como um dos principais canais financeiros do Primeiro Comando da Capital (PCC), movimentando R$ 1,2 bilhão em operações de lavagem de dinheiro entre 2022 e 2025. A operação Fluxo Oculto resultou em mandados de busca em cinco estados brasileiros.
- 01A Smart Solutions foi alvo da Operação Fluxo Oculto, que investiga a lavagem de dinheiro do PCC através de fintechs.
- 02Entre 2022 e 2025, a Smart Solutions movimentou R$ 1,2 bilhão, com a GGX Global sendo a principal beneficiária.
- 03O esquema utilizava 'contas bolção' para ocultar a origem do dinheiro, dificultando o rastreamento por autoridades.
- 04Outras fintechs como CEOPAG e SISPAY também estão envolvidas no esquema, compartilhando clientes e fluxos financeiros.
- 05O Ministério Público afirma que o caso revela uma nova fase da infiltração do crime organizado no sistema financeiro.
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A fintech Smart Solutions foi identificada como um dos principais 'dutos financeiros' do Primeiro Comando da Capital (PCC), movimentando R$ 1,2 bilhão em operações de lavagem de dinheiro entre 2022 e 2025, conforme investigação do Ministério Público de São Paulo. A Operação Fluxo Oculto, que é uma continuação da Operação Carbono Oculto, resultou em cerca de 60 mandados de busca em cinco estados: São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. O esquema envolvia o uso de fintechs e instituições de pagamento para ocultar a origem dos recursos, dificultando o rastreamento por parte das autoridades. A GGX Global, uma empresa ligada à rede de postos de combustíveis, foi a principal beneficiária das operações. Os promotores destacam que as fintechs operavam com laxos controles internos, permitindo a contratação de clientes sem a devida verificação de identidade, uma prática conhecida como 'Know Your Customer' (KYC). O caso revela a crescente infiltração do crime organizado no sistema financeiro brasileiro, com as fintechs atuando como facilitadoras de atividades ilícitas.
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A operação pode afetar a confiança do público nas fintechs e no sistema financeiro, além de impactar diretamente os envolvidos no esquema criminoso.
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