Governo português propõe novas exigências para dispensa de amamentação
Amamentação. Governo insiste em exigir atestado médico de seis em seis

Image: Sapo
O governo português propôs uma nova legislação que exige que trabalhadoras que desejam se ausentar para amamentação apresentem um atestado médico no início da dispensa e novas declarações a cada seis meses. Essa proposta gerou controvérsia e críticas, especialmente após declarações da ministra do Trabalho sobre a amamentação após os dois anos de idade da criança.
- 01A proposta de lei exige que as mães apresentem um atestado médico no início da dispensa e novas declarações a cada seis meses para continuar a amamentação.
- 02O Código do Trabalho atualmente permite a dispensa durante todo o período de amamentação sem necessidade de atestados adicionais após o primeiro ano de vida da criança.
- 03A ministra do Trabalho, Maria do Rosário Palma Ramalho, afirmou que é 'difícil de conceber' que uma criança amamentada após os dois anos não consuma outros alimentos.
- 04O governo defende que o regime de amamentação em Portugal é o 'mais favorável da Europa', permitindo duas horas de dispensa por dia até os dois anos.
- 05A nova proposta de lei deve ser aprovada no Parlamento, mas o governo precisará do apoio da oposição devido à falta de maioria absoluta.
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O governo português apresentou uma proposta de lei que altera as condições para a dispensa de amamentação, exigindo que as trabalhadoras apresentem um atestado médico no início da dispensa e novas declarações a cada seis meses. Atualmente, o Código do Trabalho permite que as mães se ausentem para amamentação durante todo o período sem a necessidade de novos atestados após o primeiro ano de vida da criança. A proposta gerou críticas, especialmente após a ministra do Trabalho, Maria do Rosário Palma Ramalho, afirmar que é 'estranho' que uma criança amamentada após os dois anos não consuma outros alimentos. O governo defende que o regime de amamentação em Portugal é o mais favorável da Europa, permitindo duas horas de dispensa diárias até a criança completar dois anos. A proposta terá que ser aprovada no Parlamento, onde o governo da Aliança Democrática (AD) buscará apoio da oposição, já que não possui maioria absoluta. A discussão sobre essa legislação reflete a tensão entre a necessidade de conciliar trabalho e vida familiar e as preocupações sobre os direitos das trabalhadoras.
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As novas exigências podem dificultar o acesso das mães ao direito de amamentação, impactando sua capacidade de conciliar trabalho e cuidados infantis.
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