SUS Introduz Teste Genético para Câncer de Mama: Entenda as Implicações
SUS vai oferecer teste genético para câncer de mama; entenda
O Globo
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O Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil começará a oferecer testes genéticos para as mutações nos genes BRCA1 e BRCA2, que aumentam o risco de câncer de mama em até 80%. A medida é celebrada como um avanço significativo na prevenção e tratamento da doença, permitindo ações preventivas e redução de custos com tratamentos futuros.
- 01O teste genético permitirá identificar mutações que elevam o risco de câncer de mama e ovário, com a possibilidade de ações preventivas como cirurgias.
- 02A medida foi incorporada ao SUS por meio de uma portaria publicada no Diário Oficial da União, com um prazo de 180 dias para implementação.
- 03Estudos indicam que 5% a 10% dos casos de câncer de mama são hereditários, sendo que metade deles está relacionada a mutações nos genes BRCA1 e BRCA2.
- 04A presidente do Departamento de Oncogenética da Sociedade Brasileira de Mastologia, Alessandra Borba, destaca a importância do acesso ao teste na rede pública.
- 05A implementação do teste será feita de forma escalonada, começando por uma população-alvo restrita que será ampliada gradualmente.
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O Sistema Único de Saúde (SUS) do Brasil anunciou a oferta de testes genéticos para detectar mutações nos genes BRCA1 e BRCA2, que podem aumentar o risco de câncer de mama em até 80%. Essa iniciativa, celebrada por organizações como a Sociedade Brasileira de Mastologia, é vista como um avanço crucial na luta contra o câncer, permitindo que medidas preventivas, como mastectomias, sejam adotadas. A portaria que oficializa essa inclusão foi publicada no Diário Oficial da União, e as áreas técnicas do ministério têm um prazo de 180 dias para implementar a oferta do teste na rede pública. Estudos mostram que cerca de 5% a 10% dos casos de câncer de mama são hereditários, com aproximadamente metade deles relacionados a essas mutações genéticas. A presidente do Departamento de Oncogenética da SBM, Alessandra Borba, ressaltou que, embora o teste já esteja disponível em planos de saúde, seu acesso na rede pública é limitado. A implementação do teste será feita de forma escalonada, começando com uma população-alvo restrita e expandindo gradualmente, visando não apenas a detecção precoce, mas também a redução de custos futuros com tratamentos.
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A inclusão do teste genético no SUS permitirá que mais mulheres tenham acesso a informações sobre seu risco de câncer, possibilitando intervenções precoces e potencialmente salvando vidas.
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