Cuba reafirma resistência diante de ameaças de Trump
Cuba responde a ameaça de Trump: "Não nos deixamos intimidar"
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O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, afirmou que o povo cubano não se deixará intimidar pelas ameaças do presidente dos EUA, Donald Trump, que prometeu aumentar a pressão sobre a ilha. A resposta cubana ocorreu durante as celebrações do Dia do Trabalho, onde a defesa da soberania nacional foi destacada.
- 01Bruno Rodríguez, ministro das Relações Exteriores de Cuba, respondeu firmemente às ameaças de Trump.
- 02Trump anunciou que tomará medidas contra Cuba, intensificando as sanções econômicas.
- 03Cuba transformou as celebrações do 1º de Maio em uma demonstração de apoio ao regime.
- 04O governo cubano acusa Trump de agir em benefício de elites da comunidade cubano-americana.
- 05O Senado dos EUA rejeitou uma proposta para limitar ações militares contra Cuba.
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O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, declarou que o povo cubano não se deixará intimidar pelas ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que prometeu aumentar a pressão sobre a ilha. Em resposta a declarações feitas por Trump, que afirmou que tomará o controle de Cuba, Rodríguez descreveu as palavras do presidente americano como uma 'nova ameaça clara e direta de agressão militar'. Durante as celebrações do 1º de Maio, Cuba enfatizou a defesa da soberania nacional, refletindo o apoio ao regime em meio à crescente pressão dos EUA. A administração Trump também reforçou as sanções contra Cuba, visando setores centrais da economia, como energia e serviços financeiros, com uma nova ordem executiva que pode bloquear ativos de empresas que operam nesses setores. Além disso, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, acusou Cuba de permitir a presença de serviços de informações adversários dos EUA, prometendo que a administração Trump não tolerará essa situação. O Senado americano rejeitou uma proposta democrata para limitar operações militares potencialmente ordenadas por Trump contra Havana.
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As sanções e a pressão militar dos EUA podem afetar a economia cubana, especialmente em setores críticos, impactando a vida cotidiana dos cubanos.
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