Advogado com nanismo busca justiça após reprovação em concurso para delegado
Entenda exames feitos por advogado com nanismo reprovado em concurso para delegado
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Matheus Menezes, um advogado com nanismo de 25 anos, foi reprovado em um concurso para delegado após não atingir a marca de 1,65 m no Teste de Aptidão Física (TAF). Ele contestou a decisão judicialmente, alegando falta de adaptações adequadas. O caso gerou repercussão e críticas sobre discriminação contra pessoas com deficiência.
- 01Matheus Menezes foi reprovado no TAF, especificamente no salto de 1,65 m, e a nova reprovação foi divulgada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
- 02O advogado alegou que não recebeu as adaptações necessárias para o teste, conforme determinado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
- 03Após sua primeira reprovação, Matheus entrou com uma ação judicial que lhe garantiu o direito de refazer os exames.
- 04A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) defendeu que os testes físicos são essenciais para verificar a aptidão dos candidatos ao cargo de delegado.
- 05O Instituto Nacional de Nanismo criticou a eliminação de Matheus, afirmando que critérios físicos sem avaliação individualizada podem ser discriminatórios.
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Matheus Menezes, um advogado de 25 anos com nanismo, obteve na Justiça o direito de refazer os exames biofísicos após ser reprovado no Teste de Aptidão Física (TAF) para o concurso de delegado. A reprovação inicial ocorreu porque ele não conseguiu saltar 1,65 m, uma exigência do teste. A defesa de Matheus, representada pelo advogado Flávio Britto, argumentou que as adaptações necessárias não foram implementadas de forma satisfatória, desrespeitando uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que exige adaptações razoáveis em provas para candidatos com deficiência. Matheus já havia sido aprovado em outras etapas do concurso, como provas objetivas e discursivas. O caso gerou ampla repercussão, levando a críticas sobre a discriminação enfrentada por pessoas com deficiência em processos seletivos. A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) afirmou que os testes físicos são essenciais, mas o Instituto Nacional de Nanismo manifestou preocupação com a aplicação de critérios físicos sem avaliação individualizada. Matheus continua aguardando o resultado do recurso judicial.
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O caso de Matheus Menezes destaca a necessidade de adaptações em processos seletivos para pessoas com deficiência, promovendo discussões sobre inclusão e igualdade de oportunidades.
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