Família de vítima do Elevador da Glória busca indenização de um milhão de euros
Família de vítima do Elevador da Glória exige indemnização de um milhão
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A família de Ana Paula, uma das 16 vítimas do acidente no Elevador da Glória em Lisboa, processou a Carris e outras entidades, exigindo uma indenização de cerca de um milhão de euros. Eles alegam falhas na manutenção e supervisão do elevador, que descarrilou em setembro do ano passado, resultando em 16 mortes.
- 01A ação judicial foi apresentada no Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa por Isaque Adam e sua filha, alegando danos patrimoniais e não patrimoniais.
- 02Ana Paula, de 49 anos, era funcionária da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e foi uma das últimas a entrar no elevador antes do acidente.
- 03O Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e Acidentes Ferroviários (GPIAAF) identificou falhas na manutenção do elevador.
- 04A Carris, empresa responsável pelo elevador, afirmou que não foi notificada da ação judicial e que as indenizações estão sendo tratadas pela seguradora.
- 05O acidente ocorreu em 3 de setembro de 2025, resultando em 16 mortes e mais de 20 feridos, levando a uma suspensão e inspeção de outros elevadores em Lisboa.
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A família de Ana Paula, uma das 16 vítimas fatais do acidente no Elevador da Glória em Lisboa, entrou com uma ação judicial exigindo cerca de um milhão de euros de indenização da Carris, da seguradora e da empresa responsável pela manutenção, Mntc – Serviços Técnicos de Engenharia. O acidente, ocorrido em 3 de setembro de 2025, deixou 16 mortos e mais de 20 feridos, levando à suspensão de outros elevadores na cidade para inspeções. Isaque Adam, marido de Ana Paula, e sua filha relataram a angústia vivida após o desaparecimento de Ana, que foi confirmada como uma das vítimas. Eles alegam que houve falhas graves na manutenção e fiscalização do elevador, apoiando-se nas conclusões do GPIAAF, que identificou deficiências técnicas e organizacionais. A Carris, que ainda não foi notificada da ação, afirmou que as indenizações estão sendo tratadas pela seguradora, que já fez acordos com outras vítimas. O presidente da Carris na época do acidente, Pedro de Brito Bogas, renunciou após a investigação apontar que o cabo do elevador não estava certificado para transporte de pessoas.
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A ação judicial pode influenciar a forma como a segurança e a manutenção de elevadores e outros meios de transporte público são gerenciados em Lisboa.
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