Ministério Público do Rio denuncia trio por assassinato de policial penal
MPRJ denuncia Adilsinho e Sem Alma por morte de policial penal
G1 - O Portal
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O Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, Rafael do Nascimento Dutra, o Sem Alma, e Jefferson Rodrigues da Silva, o Jefe, pelo assassinato do policial penal Bruno Kilier. A justiça decretou a prisão preventiva dos acusados, que estão envolvidos em uma rede criminosa ligada ao tráfico de cigarros.
- 01O crime ocorreu na Estrada do Pontal, no Recreio, onde Bruno Kilier foi assassinado por dois homens armados.
- 02Os acusados monitoraram a vítima usando um rastreador GPS clandestino instalado em seu veículo.
- 03Bruno Kilier tinha 35 anos e era chefe de segurança do Presídio Bangu 5, representando uma fabricante de cigarros.
- 04Adilsinho é um dos principais responsáveis pela produção e distribuição de cigarros falsificados no Rio de Janeiro.
- 05A denúncia do MPRJ destaca a conexão do homicídio com a Máfia do Cigarro e disputas relacionadas ao jogo do bicho.
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O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) apresentou uma denúncia contra Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, o ex-policial militar Rafael do Nascimento Dutra, conhecido como Sem Alma, e Jefferson Rodrigues da Silva, o Jefe, pela morte do policial penal Bruno Kilier da Conceição Fernandes. A denúncia foi aceita pela Justiça, que decretou a prisão preventiva dos acusados. Adilsinho já se encontrava preso desde fevereiro. Bruno foi assassinado na Estrada do Pontal, no Recreio, após ser monitorado por um rastreador GPS colocado em seu veículo. Ele atuava como chefe de segurança do Presídio Bangu 5 e era considerado um obstáculo aos interesses criminosos de Adilsinho, que busca monopolizar o comércio ilegal de cigarros no estado. O MPRJ relaciona o homicídio a uma série de crimes da Máfia do Cigarro, que também está ligada a disputas do jogo do bicho. Sem Alma teria auxiliado na logística do crime, enquanto Jefe forneceu o rastreador.
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A denúncia e a prisão dos acusados podem impactar a segurança pública e a luta contra o crime organizado no Rio de Janeiro.
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