Conflito em Balneário Camboriú: Guarda Municipal agride morador após reclamação de som alto
VÍDEO: homem leva socos de guarda municipal de folga ao reclamar de som alto em igreja de Balneário Camboriú
G1 - O Portal
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Um morador de Balneário Camboriú, Santa Catarina, foi agredido por um guarda municipal fora de serviço ao reclamar do volume alto de uma igreja. O incidente, ocorrido em 18 de maio, gerou investigações e repercussões legais, com o morador relatando danos físicos e emocionais.
- 01Tiago Alves, o morador agredido, é pai de uma criança autista e já havia registrado mais de 17 boletins de ocorrência sobre o barulho da igreja.
- 02A Guarda Municipal afastou o guarda envolvido e abriu um procedimento administrativo para investigar a agressão.
- 03A Igreja Assembleia de Deus Missão Avivlista afirmou repudiar a violência e que o incidente foi isolado, sem relação direta com suas atividades.
- 04O Ministério Público de Santa Catarina já havia denunciado a igreja por poluição sonora, mas após adequações, a situação acústica foi regularizada.
- 05A prefeitura mediu os níveis de som da igreja, constatando que, mesmo sem culto, o barulho já excedia o limite permitido.
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Um incidente violento ocorreu em Balneário Camboriú, Santa Catarina, quando Tiago Alves, um morador que vive próximo a uma igreja evangélica, foi agredido por um guarda municipal fora de serviço. O ataque aconteceu em 18 de maio, após Alves reclamar do volume alto do som da igreja, que, segundo ele, afeta o bem-estar de seu filho autista. O caso foi registrado em vídeo, mostrando a agressão em que o guarda desferiu pelo menos quatro socos em Alves. A Guarda Municipal confirmou a agressão e afastou o servidor envolvido, iniciando uma investigação administrativa. A igreja, por sua vez, declarou que o som está dentro dos limites legais e repudiou a violência, afirmando que o incidente não está relacionado às suas atividades. O Ministério Público já havia denunciado a igreja por poluição sonora, mas após adequações, a situação acústica foi considerada regularizada. O caso levanta questões sobre a convivência entre a comunidade e a atividade religiosa em áreas residenciais.
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O incidente levanta preocupações sobre a convivência entre a comunidade e a igreja, especialmente em relação ao barulho e à segurança.
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