Pequim impede sanções dos EUA contra empresas chinesas ligadas ao Irã
Pequim bloqueia sanções de Washington contra empresas chinesas por ligação a Irão
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O Ministério do Comércio da China implementou uma ordem, chamada de 'blocking ban', para neutralizar as sanções dos Estados Unidos contra empresas chinesas envolvidas com o Irã. A medida visa proteger as atividades comerciais normais e reafirma a oposição da China a sanções unilaterais sem apoio da ONU.
- 01A ordem 'blocking ban' visa neutralizar sanções dos EUA na China.
- 02As sanções norte-americanas afetam o comércio entre empresas chinesas e outros países.
- 03Pequim reforçou sua legislação contra a aplicação extraterritorial de leis estrangeiras.
- 04A decisão surge após os EUA sancionarem entidades ligadas ao petróleo iraniano.
- 05A China expressa preocupação com a estabilidade energética global devido ao conflito no Irã.
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O Ministério do Comércio da China anunciou, no último sábado, a implementação da ordem conhecida como 'blocking ban', que tem como objetivo neutralizar as sanções impostas pelos Estados Unidos a empresas chinesas por suas ligações com o Irã. Segundo o comunicado oficial, essas sanções, que incluem congelamento de ativos e proibição de transações, interferem nas 'atividades comerciais normais' e violam 'o direito internacional'. A nova medida se baseia em um quadro jurídico chinês que combate a aplicação extraterritorial de leis estrangeiras, reforçado em abril. As autoridades chinesas reiteraram sua oposição a sanções unilaterais sem o respaldo das Nações Unidas, assegurando que a ordem não afetará as obrigações internacionais da China. A decisão de Pequim se dá após os EUA sancionarem diversas entidades por suposta participação em redes financeiras relacionadas ao petróleo iraniano, considerado crucial para o financiamento de atividades militares do Irã. A China também expressou preocupação com o impacto do conflito no Irã sobre a estabilidade energética global, especialmente no estreito de Ormuz, uma rota vital para o transporte de petróleo.
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A ordem pode proteger empresas chinesas de sanções externas, permitindo que continuem suas operações comerciais, especialmente no setor de petróleo.
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