Farmacêuticos em Portugal pedem avanços em protocolos para tratamento de condições leves
Farmacêuticos apelam ao avanço de projetos para tratar situações ligeiras nas farmácias
Jornal Economico
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A Ordem dos Farmacêuticos (OF) de Portugal solicita a implementação de protocolos que permitam a farmacêuticos tratar condições clínicas leves, seguindo exemplos de países como Reino Unido e França. A proposta visa aliviar a pressão sobre os serviços de saúde, permitindo que farmacêuticos façam recomendações e encaminhamentos adequados.
- 01Farmacêuticos pedem a implementação de protocolos para tratar condições leves.
- 02Exemplos de sucesso em países como Reino Unido e França são citados.
- 03A proposta visa aliviar a carga sobre os centros de saúde e urgências.
- 04A Ordem dos Médicos se opõe à prescrição de medicamentos sem intervenção médica.
- 05Um projeto-piloto foi recomendado pela Assembleia da República para testar essa abordagem.
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A Ordem dos Farmacêuticos (OF) de Portugal está fazendo um apelo para a implementação de projetos que permitam a farmacêuticos intervir em situações clínicas leves, como infecções urinárias e sinusites. Em um comunicado, a OF destacou que países como o Reino Unido, França e Austrália já adotaram esses mecanismos, permitindo que farmacêuticos avaliem sintomas e façam recomendações de tratamento. O bastonário da OF, Helder Mota Filipe, enfatizou que isso não substitui o papel dos médicos, mas visa desonerar os centros de saúde. A proposta enfrenta resistência da Ordem dos Médicos, que se opõe à prescrição de medicamentos sem consulta médica. A OF também está colaborando com o Ministério da Saúde para definir protocolos de gestão e já houve uma recomendação da Assembleia da República para a criação de um projeto-piloto nesta área. Este projeto-piloto deve permitir que as farmácias comunitárias atendam situações clínicas leves de forma estruturada, contribuindo para um sistema de saúde mais eficiente.
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A implementação desses protocolos pode reduzir a pressão sobre os serviços de saúde, permitindo que pacientes com condições leves sejam atendidos de forma mais rápida e eficiente nas farmácias, sem a necessidade de visitar centros de saúde ou urgências.
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