Investigação no iCloud leva à prisão de MC Ryan SP e MC Poze do Rodo por lavagem de dinheiro
Como um backup no iCloud derrubou o esquema que levou à prisão de MC Ryan SP e MC Poze do Rodo
G1 - O Portal
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Uma investigação da Polícia Federal do Brasil resultou na prisão de MC Ryan SP e MC Poze do Rodo, acusados de integrar uma organização criminosa que lavava mais de R$ 1,6 bilhão (aproximadamente $320 milhões USD). O ponto de partida foi a análise de dados do iCloud do contador Rodrigo de Paula Morgado, revelando um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo apostas ilegais e empresas de fachada.
- 01A investigação foi desencadeada por dados do iCloud do contador Rodrigo de Paula Morgado.
- 02A organização criminosa é acusada de lavar mais de R$ 1,6 bilhão (aproximadamente $320 milhões USD).
- 03MC Ryan SP foi identificado como o líder e principal beneficiário do esquema.
- 04A operação resultou em 39 mandados de prisão e 45 de busca e apreensão em oito estados.
- 05Influenciadores foram utilizados para promover apostas e melhorar a imagem pública do grupo.
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Uma operação da Polícia Federal do Brasil, realizada em 15 de novembro de 2025, resultou na prisão de MC Ryan SP (Ryan Santana dos Santos) e MC Poze do Rodo (Marlon Brendon Coelho Couto da Silva), acusados de integrar uma organização criminosa envolvida em lavagem de dinheiro que movimentava mais de R$ 1,6 bilhão (aproximadamente $320 milhões USD). A investigação, que começou com a análise de arquivos do iCloud do contador Rodrigo de Paula Morgado, revelou uma estrutura complexa que utilizava apostas ilegais, rifas clandestinas e empresas de fachada para ocultar a origem ilícita dos recursos. A PF executou 39 mandados de prisão e 45 de busca e apreensão em vários estados, destacando a importância do material encontrado na nuvem, que serviu como um “mapa” da organização. O esquema envolvia também influenciadores que promoviam apostas e rifas, além de uma rede de operadores financeiros que facilitavam a movimentação do dinheiro. Durante a operação, a PF apreendeu bens de alto valor, incluindo carros de luxo e joias, e bloqueou ativos até R$ 1,63 bilhão. As defesas dos acusados alegam que as transações financeiras são lícitas e que ainda não tiveram acesso aos autos do processo.
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A operação da Polícia Federal pode impactar a percepção pública sobre a indústria do funk e a legalidade de apostas e rifas no Brasil, além de aumentar a vigilância sobre atividades financeiras suspeitas.
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