Ana Claudia Quintana Arantes reflete sobre a importância dos afetos na vida e na morte
Autora de 'A morte é um dia que vale a pena viver' alerta que as pessoas estão em dívida com os seus afetos: 'Quem vai te amar até o fim da vida?'
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A médica paliativista Ana Claudia Quintana Arantes alerta para o 'endividamento dos afetos', enfatizando que as relações que cultivamos impactam como enfrentamos a morte. Durante o Flipoços 2026, ela questionou: 'Quem vai te amar até o fim da vida?' e destacou a importância de gestos simples para fortalecer laços.
- 01Ana Claudia Quintana Arantes destaca a importância dos afetos na vida e na morte.
- 02Ela alerta sobre o 'endividamento dos afetos', que se refere a gestos não realizados nas relações.
- 03A conexão humana está diminuindo, apesar das tecnologias de comunicação.
- 04Gestos simples, como enviar mensagens de amor, têm grande importância emocional.
- 05A presença e o cuidado emocional são essenciais para lidar com a finitude.
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Durante o Flipoços 2026, a médica paliativista Ana Claudia Quintana Arantes discutiu a relevância dos afetos em nossas vidas e como eles influenciam a forma como enfrentamos a morte. Ela introduziu o conceito de 'endividamento dos afetos', referindo-se à acumulação de gestos não realizados, como visitas e ligações adiadas, que podem pesar nas relações. Ana Claudia enfatizou que, apesar da era digital, as pessoas estão cada vez mais desconectadas, priorizando a velocidade da comunicação em detrimento da profundidade das relações. Ela sugeriu que pequenos gestos, como enviar mensagens de amor, podem ter um impacto significativo, especialmente em momentos de luto. A médica também refletiu sobre a escassez da capacidade de permanecer ao lado de alguém no fim da vida, destacando que isso requer coragem e disponibilidade emocional. Ao final, provocou os presentes a refletirem sobre o legado que deixarão: 'Quem você vai ser quando for ausência? Vai ser saudade ou vai ser alívio?'.
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As reflexões de Ana Claudia podem incentivar as pessoas a valorizarem mais seus relacionamentos e a se dedicarem a cultivar laços afetivos, o que pode melhorar a qualidade de vida e de morte.
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