Julgamento de Jairinho e Monique Medeiros avança com depoimentos de delegados e peritos
Júri do caso Henry Borel ouve delegados, perito e legista nesta terça; veja o que esperar dos depoimentos
G1 - O Portal
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O julgamento de Jairinho e Monique Medeiros, acusados pela morte do menino Henry Borel, retoma nesta terça-feira no Rio de Janeiro, com depoimentos de testemunhas chave, incluindo delegados e peritos. As declarações devem esclarecer a dinâmica da morte e as alegações de agressão contra a criança.
- 01O julgamento recomeça com depoimentos de testemunhas centrais, incluindo delegados e peritos.
- 02Delegado Edson Henrique Damasceno deve reforçar a acusação de que a versão do casal sobre um acidente doméstico é inconsistente.
- 03O médico-legista Luiz Airton Saavedra de Paiva contestará a hipótese de morte acidental, afirmando que as lesões não são compatíveis com essa teoria.
- 04O perito Luiz Carlos Leal Prestes indicará que as lesões em Henry são consistentes com agressões físicas severas.
- 05A defesa de Jairinho continuará a questionar a validade das provas e a dinâmica das agressões apresentadas pela acusação.
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O Tribunal do Júri do Rio de Janeiro retoma nesta terça-feira, 26 de setembro, o julgamento de Jairinho e Monique Medeiros, acusados pela morte do menino Henry Borel, de apenas 4 anos. O segundo dia de audiência contará com os depoimentos de testemunhas consideradas cruciais, incluindo os delegados Edson Henrique Damasceno e Ana Carolina Lemos Medeiros de Caldas, além do médico-legista Luiz Airton Saavedra de Paiva e do perito Luiz Carlos Leal Prestes. O delegado Damasceno deve corroborar a linha de acusação, desmontando a versão do casal sobre um suposto acidente doméstico, enquanto o médico-legista refutará a possibilidade de erro médico ou acidente. O perito Prestes também reforçará a tese de violência intencional, afirmando que as lesões de Henry são compatíveis com agressões físicas severas. A defesa de Jairinho, por sua vez, questionará as provas e a dinâmica das agressões, buscando contestar as alegações da acusação. O júri popular, composto por cinco homens e duas mulheres, decidirá sobre a condenação ou absolvição dos réus após a apresentação das evidências e debates orais.
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O julgamento pode influenciar a percepção pública sobre a violência contra crianças e a responsabilidade parental.
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