OMS solicita fim das restrições de viagem devido ao surto de Ébola na República Democrática do Congo
Surto de Ébola: OMS pede fim de restrições e corte de viagens e alerta para impacto no terreno

Image: Sapo
A Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu a remoção das restrições de viagem que dificultam a resposta ao surto de Ébola na República Democrática do Congo. O diretor-geral, Tedros Adhanom Ghebreyesus, destacou que essas medidas criam obstáculos logísticos e afetam a capacidade de resposta das equipes de saúde. Apesar das preocupações, o número de infecções confirmadas é menor do que o esperado.
- 01Mais de uma dezena de países impôs restrições de viagem que afetam a resposta ao surto de Ébola na República Democrática do Congo.
- 02Até 1 de junho, foram registrados 344 casos confirmados e 60 mortes no país, números considerados inferiores ao que se temia inicialmente.
- 03O Canadá implementou uma quarentena obrigatória de 21 dias para viajantes da República Democrática do Congo.
- 04A OMS sugere que os países adotem rastreios sanitários em aeroportos e fronteiras em vez de restrições globais.
- 05Um plano dos EUA para criar um centro de quarentena no Quênia gerou debates, mas a OMS não fez críticas diretas à proposta.
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A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que as restrições de viagem impostas por vários países estão comprometendo a resposta ao surto de Ébola na República Democrática do Congo. O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, enfatizou que essas medidas estão criando obstáculos logísticos que dificultam a contenção da doença. Entre os países que impuseram restrições estão os Estados Unidos e o Canadá, que implementou uma quarentena obrigatória de 21 dias. Tedros pediu que os governos levantem as restrições e adotem medidas mais direcionadas, como rastreios sanitários. Apesar das preocupações, a OMS informou que o número de infecções confirmadas é menor do que o inicialmente temido, com 344 casos e 60 mortes até 1 de junho. A diferença nos números se deve ao aumento da capacidade de testagem, que permitiu distinguir entre casos confirmados e suspeitos. Além disso, a proposta dos EUA de criar um centro de quarentena no Quênia gerou debates, mas a OMS destacou a importância da cooperação com os Estados Unidos na resposta ao surto.
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As restrições de viagem estão dificultando a resposta ao surto de Ébola, afetando a logística e a capacidade das equipes de saúde.
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