China ameaça retaliação à UE por inclusão de empresas em sanções
Pequim ameaça UE com retaliação por incluir empresas chinesas em sanções
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A China anunciou que tomará medidas para proteger os interesses de suas empresas após a União Europeia (UE) incluir 28 entidades chinesas em novas sanções. O Ministério do Comércio chinês expressou descontentamento e pediu a remoção imediata das empresas da lista de sanções, alegando que isso prejudica a confiança mútua entre as partes.
- 01A China promete proteger os direitos de suas empresas após sanções da UE.
- 0228 entidades chinesas foram incluídas na lista de sanções da UE.
- 03Pequim considera a ação da UE uma violação do consenso bilateral.
- 04O Ministério do Comércio chinês pediu diálogo para resolver as preocupações.
- 05As sanções visam entidades que apoiam o complexo militar da Rússia.
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O Ministério do Comércio da China declarou que tomará medidas para proteger os direitos e interesses de suas empresas, após a União Europeia (UE) incluir 28 entidades chinesas em um novo pacote de sanções. O porta-voz do ministério expressou forte descontentamento com a decisão da UE, acusando Bruxelas de ignorar as queixas da China e de prejudicar a confiança mútua. As sanções da UE visam entidades que forneceram apoio ao complexo militar da Rússia, incluindo empresas de Hong Kong, Turquia, Emirados Árabes Unidos e Tailândia. A China exige que a UE remova imediatamente as empresas da lista de sanções e busque soluções por meio de diálogo e consultas, reafirmando a importância de manter relações bilaterais saudáveis.
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As sanções podem afetar as operações de empresas chinesas, impactando suas relações comerciais com a Europa e potencialmente levando a retaliações que afetem o comércio global.
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