Relato de ex-mulher revela 27 anos de violência doméstica antes da morte de servidor em Cuiabá
Ex-mulher relata 27 anos de agressões e ameaças em depoimento sobre morte de servidor do Liceu Cuiabano
G1 - O Portal
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Valdivino Almeida Fidelis, um servidor da Escola Estadual Liceu Cuiabano em Cuiabá, foi morto pela Polícia Militar após denúncias de que sua enteada estava em cárcere privado. Sua ex-mulher relatou 27 anos de agressões físicas e ameaças, destacando um comportamento possessivo. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa.
- 01A ex-mulher de Valdivino afirmou que ele tinha uma imagem pública positiva, mas era abusivo em casa.
- 02Valdivino era descrito como ciumento e possessivo, dificultando tentativas de separação.
- 03A Polícia Militar inicialmente alegou que Valdivino apontou uma arma para a enteada, mas testemunhas contradizem essa versão.
- 04Um vídeo gravado dentro da casa mostra Valdivino ameaçando tirar a própria vida e desabafando com a enteada.
- 05A Escola Estadual Liceu Cuiabano lamentou a morte de Valdivino e suspendeu as aulas em respeito.
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Valdivino Almeida Fidelis, de 58 anos, servidor da Escola Estadual Liceu Cuiabano em Cuiabá, foi morto pela Polícia Militar durante uma ação que visava resgatar sua enteada, supostamente mantida em cárcere privado. Sua ex-mulher relatou 27 anos de violência física e emocional, revelando um comportamento possessivo e ciumento. Segundo o delegado Bruno Abreu, tanto a ex-esposa quanto a enteada prestaram depoimentos emocionados, destacando que Valdivino apresentava uma imagem de pessoa exemplar fora de casa, enquanto dentro, era abusivo. No dia do incidente, a PM foi acionada após denúncias de que Valdivino estaria armado e ameaçando a enteada. A versão inicial da polícia afirmava que ele havia apontado uma arma para a jovem e para os policiais, mas testemunhas afirmaram que, ao abrir a porta, ele segurava um celular e uma chave, enquanto a arma estava guardada na cintura. A família de Valdivino nega a versão da polícia e a investigação continua sob a responsabilidade da Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa. A escola onde ele trabalhava lamentou sua morte e suspendeu as aulas.
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A morte de Valdivino Almeida Fidelis e as revelações sobre sua vida pessoal podem sensibilizar a comunidade sobre a violência doméstica e a necessidade de apoio às vítimas.
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