Ministra defende a implementação de protocolos do INEM para garantir atendimento médico
Ministra defende execução de todos os protocolos assinados com técnicos do INEM
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Ana Paula Martins, ministra da Saúde de Portugal, defendeu a execução de protocolos assinados com técnicos do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) durante uma Comissão Parlamentar de Inquérito. Ela destacou a importância desses protocolos para a supervisão médica e a necessidade de sua implementação, especialmente em meio a uma greve dos técnicos de emergência pré-hospitalar (TEPH) que reivindicam melhorias.
- 01Ana Paula Martins enfatiza a importância da execução dos protocolos do INEM.
- 02Os protocolos foram revisados pela Ordem dos Médicos e têm a concordância dos TEPH.
- 03A implementação dos protocolos é crucial para salvar vidas, segundo a ministra.
- 04Os TEPH estão em greve, exigindo a implementação de protocolos farmacológicos.
- 05A CPI investiga a relação entre o governo e o INEM desde 2019.
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Durante a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) ao Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), a ministra da Saúde de Portugal, Ana Paula Martins, defendeu a execução de todos os protocolos assinados com os técnicos de emergência pré-hospitalar (TEPH). Ela explicou que esses protocolos foram revisados pela Ordem dos Médicos e estão em conformidade com as competências dos TEPH, ressaltando que a sua implementação é vital para salvar vidas. A ministra mencionou que, ao assumir o cargo, poucos protocolos estavam em execução, e que, no final do ano passado, cinco ainda precisavam ser concretizados. A greve dos TEPH, que começou no final do mês passado, é uma resposta à falta de implementação de três protocolos farmacológicos essenciais, que afetam diretamente a capacidade de atendimento à população. O presidente do INEM, Luis Cabral, afirmou que a administração de medicamentos intravenosos requer prescrição médica e a atuação de enfermeiros, destacando a complexidade do treinamento necessário. A CPI também investiga a atuação do INEM durante a greve, que ocorreu entre o final de outubro e início de novembro de 2024, resultando em 12 mortes, três das quais foram associadas a atrasos no socorro.
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A falta de implementação dos protocolos pode comprometer a eficácia do atendimento médico em situações de emergência, colocando vidas em risco.
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