Crescimento do mercado segurador em Portugal e desafios na cobertura de riscos
Setor Segurador ibero-americano em análise: Pérez‐Llorca lança novo boletim trimestral
Jornal Economico
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O boletim trimestral da Pérez‐Llorca revela que o mercado segurador português cresceu 13,4% em 2025, totalizando 16,2 bilhões de euros. No entanto, apenas 5% das perdas por catástrofes naturais estão seguradas, destacando a necessidade de um mecanismo nacional para cobertura de riscos. A adoção de Inteligência Artificial no setor também está em ascensão.
- 01O mercado segurador português cresceu 13,4% em 2025.
- 02Apenas 5% das perdas por catástrofes naturais em Portugal estão seguradas.
- 0349% das casas em áreas afetadas por calamidades não têm seguro contra tempestades.
- 04A adoção de Inteligência Artificial Generativa está aumentando rapidamente no setor.
- 0549% das seguradoras já possuem políticas internas de IA.
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O boletim "Actualidad Iberoamericana de Seguros" da Pérez‐Llorca, referente ao primeiro trimestre de 2026, destaca um crescimento de 13,4% no mercado segurador português, que alcançou um total de 16,2 bilhões de euros em produção de seguro direto em 2025. Apesar desse crescimento, o relatório aponta uma preocupação significativa com a cobertura de riscos catastróficos, revelando que apenas 5% das perdas por desastres naturais entre 1980 e 2024 estavam seguradas. A tempestade Kristin, que causou perdas seguradas estimadas em 600 milhões de euros, evidenciou essa fragilidade, com 49% das casas em áreas de calamidade sem seguro contra tempestades ou inundações. Além disso, apenas 19% das residências possuem cobertura sísmica. Diante desse panorama, a discussão sobre a criação de um mecanismo nacional para a cobertura de catástrofes naturais ganhou destaque, com a análise de modelos internacionais que combinam mutualização obrigatória e resseguro público. O boletim também menciona a rápida adoção da Inteligência Artificial Generativa no setor, com quase dois terços das seguradoras europeias utilizando essa tecnologia, refletindo um aumento nas políticas internas de IA de 25% em 2023 para 49% atualmente, em resposta a um ambiente regulatório mais rigoroso.
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A falta de cobertura para riscos catastróficos pode resultar em perdas financeiras significativas para os proprietários de imóveis em áreas vulneráveis, especialmente após desastres naturais. Isso pode levar a um aumento na pressão sobre o governo para implementar um sistema de proteção mais robusto.
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