Exposição em Lisboa Explora Legado de Jogadores de Futebol em Moçambique
Exposição mostra como jogadores como Eusébio fintaram vida em Moçambique
Noticiasaominuto
Image: Noticiasaominuto
A exposição 'Fintar a Vida. Caniço, Futebol e o Estado Novo' no Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, destaca a vida de jogadores como Eusébio e Matateu, refletindo sobre a cultura e os legados do colonialismo em Lourenço Marques, Moçambique, nas décadas de 1950 a 1970.
- 01A exposição foca na vida de jogadores de futebol como Eusébio e Matateu.
- 02Reflete sobre a divisão colonial em Lourenço Marques, Moçambique.
- 03Examina como o Estado Novo utilizou esses jogadores para promover o império.
- 04Inclui fotografias e objetos da cultura pop do século XX.
- 05Curadoria de Nuno Domingos e Gonçalo Amaro.
Advertisement
In-Article Ad
A exposição 'Fintar a Vida. Caniço, Futebol e o Estado Novo' foi inaugurada no Museu Nacional de Etnologia em Lisboa, abordando a vida de jogadores icônicos como Eusébio, Matateu, e Coluna. Com foco nas décadas de 1950 a 1970, a mostra propõe uma reflexão sobre a cultura, o desporto e os legados do colonialismo em Lourenço Marques, Moçambique. O curador Nuno Domingos destaca a divisão racial e social da cidade, onde muitos desses jogadores cresceram. A exposição também aborda a guerra colonial em Moçambique, que começou em 1964, e como o Estado Novo tentou instrumentalizar a imagem desses atletas para sustentar a narrativa do império português. Utilizando uma variedade de mídias, como fotografias e objetos culturais, a mostra revela os contrastes sociais da época, oferecendo um olhar profundo sobre as origens desses jogadores e suas trajetórias antes de chegarem a Lisboa para jogar em clubes como Benfica e Sporting.
Advertisement
In-Article Ad
Advertisement
In-Article Ad
Reader Poll
Qual a importância de exposições que abordam a história colonial?
Connecting to poll...
Ler o artigo original
Visite a fonte para a matéria completa.




