Delegado relembra caso de assassinato brutal de enteada em 2009 e morte do padrasto
Delegado aposentado que investigou padrasto pela morte da enteada em 2009 relembra caso: 'Chocou pela crueldade'
G1 - O Portal
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Ivano Vaz Cunha, condenado pelo assassinato da enteada Layla Athyla Maranhã, foi encontrado carbonizado junto com outra enteada em Araguaína, Tocantins. O delegado Silneyr Deófanes, que investigou o caso em 2009, expressa seu choque pela crueldade do crime, que ainda impacta a sociedade.
- 01Ivano Vaz Cunha foi condenado a 35 anos de prisão pelo assassinato de Layla Athyla Maranhã em 2009, onde ele foi acusado de estuprar, asfixiar e queimar a jovem.
- 02O delegado Silneyr Deófanes, que liderou a investigação, descreveu Ivano como um 'verdadeiro psicopata' e expressou que o caso foi um dos mais chocantes de sua carreira.
- 03Ivano foi encontrado carbonizado em um incêndio em Araguaina, junto com Laiane Cardoso Noleto, de 19 anos, que também era sua enteada.
- 04Após o crime de 2009, Ivano se apresentou espontaneamente em uma emissora de TV, onde foi preso.
- 05A Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju) informou que Ivano estava sob monitoramento eletrônico e tinha permissão para trabalhar externamente.
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Ivano Vaz Cunha, que cumpria pena por assassinar sua enteada Layla Athyla Maranhã em 2009, foi encontrado carbonizado em um incêndio em Araguaina, Tocantins, ao lado de outra enteada, Laiane Cardoso Noleto. O delegado aposentado Silneyr Deófanes, que investigou o caso original, relembra a brutalidade do crime, que chocou a sociedade na época. Ivano, condenado a 35 anos de prisão, foi acusado de estuprar, asfixiar e queimar Layla. Após o crime, ele se apresentou em uma emissora de TV e foi preso. A investigação atual sobre o incêndio ainda está em andamento, e a polícia está apurando as circunstâncias que levaram à morte de Ivano e Laiane. A Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça informou que Ivano estava sob monitoramento eletrônico e tinha permissão para trabalhar, mas todas as violações foram comunicadas ao Judiciário. O caso continua a gerar repercussão e reflexões sobre a violência doméstica.
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O caso continua a impactar a percepção da violência doméstica na sociedade.
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