Marido confessa assassinato da esposa em Itu, SP, usando 'enforca-gato'
Mulher morta pelo marido no interior de SP foi estrangulada com 'enforca-gato', diz polícia
G1 - O Portal
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Maria de Fátima Matos da Silva, de 32 anos, foi assassinada pelo marido em Itu, São Paulo, com uma abraçadeira plástica. O corpo foi encontrado em Campinas após quase uma semana de desaparecimento. O suspeito, de 37 anos, se entregou à polícia e confessou o crime, que está sendo investigado como feminicídio.
- 01Maria de Fátima foi assassinada no dia 12 de maio, mas seu corpo foi encontrado apenas no dia 17 de maio.
- 02O suspeito, que trabalha em uma empresa de montagem de bicicletas, usou uma abraçadeira plástica, conhecida como 'enforca-gato', para estrangular a vítima.
- 03Ele alegou que o estrangulamento ocorreu após Maria bater a cabeça no corrimão durante uma briga.
- 04Maria, também chamada de Samira, era natural de Pacajus, Ceará, e deixou dois filhos.
- 05O caso foi registrado como feminicídio, ocultação de cadáver e captura de procurado no Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) de Campinas.
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Maria de Fátima Matos da Silva, de 32 anos, foi encontrada morta às margens da Rodovia Santos Dumont, em Campinas, São Paulo, após estar desaparecida por quase uma semana. O marido, de 37 anos, confessou ter estrangulado a vítima com uma abraçadeira plástica, conhecida como 'enforca-gato', durante uma briga em sua casa em Itu, São Paulo. O crime ocorreu no dia 12 de maio, mas o corpo só foi descoberto no dia 17 de maio. O suspeito, que se entregou à polícia, apresentou versões contraditórias antes de admitir o assassinato. Segundo o delegado Rui Pegolo, ele alegou que Maria bateu a cabeça no corrimão e, em seguida, convulsionou, levando-o a decidir pelo estrangulamento. Maria, natural de Pacajus, Ceará, deixou dois filhos e havia se mudado para o interior de São Paulo para viver com o marido, que conheceu pela internet. A família aguarda a liberação do corpo para o sepultamento no Ceará. O caso está sendo tratado como feminicídio e está sob investigação no Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) de Campinas.
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Este caso destaca a grave questão da violência contra a mulher na região, refletindo a necessidade de medidas mais eficazes de proteção e apoio às vítimas.
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