Descoberta de nova planta na Caatinga entre Pernambuco e Paraíba
Professor da Univasf em Petrolina descobre planta inédita da Caatinga entre Pernambuco e Paraíba
G1 - O Portal
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O professor José Alves Siqueira, da Universidade Federal do Vale do São Francisco em Petrolina, descobriu uma nova planta chamada Isabelcristinia aromatica, exclusiva da região da Caatinga, entre Pernambuco e Paraíba. O estudo, publicado no Journal of the Brazilian Chemical Society, destaca a importância da preservação da biodiversidade do bioma.
- 01A planta Isabelcristinia aromatica é única no mundo e exclusiva da Caatinga.
- 02Foi descoberta pelo professor José Alves Siqueira da Univasf em Petrolina.
- 03A pesquisa foi publicada no Journal of the Brazilian Chemical Society.
- 04A espécie é rica em iridoides, compostos com diversas atividades biológicas.
- 05A descoberta ressalta a importância da preservação da biodiversidade da Caatinga.
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O professor José Alves Siqueira, vinculado ao Colegiado de Ciências Biológicas da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) em Petrolina, fez uma descoberta significativa ao identificar uma nova planta, Isabelcristinia aromatica, que é a única representante de seu gênero no mundo e exclusiva da região da Caatinga, localizada entre Pernambuco e Paraíba. O estudo, que foi publicado no Journal of the Brazilian Chemical Society (JBCS), representa a primeira investigação fitoquímica da espécie. A planta foi encontrada em áreas rochosas e é da família botânica Linderniaceae, geralmente associada a ambientes aquáticos, mas que apresenta características distintas. O nome da planta é uma homenagem à professora Isabel Cristina Machado, da Universidade Federal de Pernambuco. Atualmente, o único local de cultivo da espécie é o Centro de Referência para Recuperação de Áreas Degradadas da Caatinga (CRAD). Os pesquisadores também realizaram novas coletas e estão investigando os compostos da planta e sua atividade citotóxica. O estudo revela que a espécie é rica em iridoides, que estão associados a várias atividades biológicas, e foi realizado em colaboração com instituições como a Universidade de São Paulo de Ribeirão Preto e a Universidade de Washington, nos Estados Unidos. Essa descoberta amplia o conhecimento sobre a biodiversidade da Caatinga e destaca a importância da preservação deste bioma brasileiro.
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A descoberta da nova planta pode estimular iniciativas de preservação e pesquisa na Caatinga, promovendo a conservação da biodiversidade local.
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