Mulher luta por tratamento domiciliar após 150 dias em UTI devido à ELA
'Não quero morrer': com ELA, mulher passa 150 dias em UTI enquanto plano de saúde nega home care aprovado pela Justiça
G1 - O Portal
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Izabel Peralta Fortunato, de 63 anos, está internada há mais de 150 dias em uma UTI em São Paulo, lutando contra a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). Sua família enfrenta uma batalha judicial contra o plano de saúde Hapvida, que nega a autorização para tratamento domiciliar especializado, apesar de decisões judiciais favoráveis.
- 01Izabel está internada em UTI há mais de 150 dias devido à ELA.
- 02A família luta na Justiça para garantir tratamento domiciliar especializado.
- 03O plano de saúde Hapvida alega que Izabel não tem condições clínicas para deixar o hospital.
- 04A ELA é uma doença neurodegenerativa sem cura, exigindo cuidados especializados.
- 05A permanência em ambiente hospitalar pode representar riscos adicionais para pacientes com ELA.
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Izabel Peralta Fortunato, conhecida como Bela, de 63 anos, está internada há mais de 150 dias em uma UTI em São Paulo, lutando contra a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). A doença neurodegenerativa compromete os neurônios motores, levando à perda progressiva da capacidade de se mover. Após meses de exames, o diagnóstico foi confirmado em 2024. A família de Izabel está em uma batalha judicial contra o plano de saúde Hapvida, que nega a autorização para tratamento domiciliar especializado, apesar de decisões judiciais que reconhecem a necessidade do tratamento. O médico responsável afirma que a paciente tem condições de receber alta para cuidados em casa, mas a Hapvida argumenta que ela ainda precisa de suporte intensivo contínuo. A situação é crítica, pois a permanência prolongada em ambiente hospitalar pode aumentar o risco de complicações, como infecções. A família já está preparada para iniciar o tratamento assim que a autorização for concedida.
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A situação de Izabel destaca a importância de acesso a cuidados especializados para pacientes com ELA, que podem ser cruciais para a qualidade de vida e a sobrevivência.
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