Estudo revela que 1 em cada 5 brasileiros relata experiências de viagem astral
Sensação de sair do próprio corpo: viagem astral é relatada por 1 em cada 5 brasileiros em pesquisa sobre experiências incomuns

Image: G1 - O Portal
Um estudo publicado na revista 'Nature Communications Psychology' revela que aproximadamente 20% dos brasileiros afirmam ter vivenciado experiências de viagem astral. A pesquisa, que envolveu mais de 11 mil participantes, também destaca a prevalência de outras experiências incomuns, como déjà vu e sonhos lúcidos, sugerindo que esses fenômenos são mais comuns do que se pensava.
- 01Cerca de 97,57% a 99,5% dos participantes relataram ter vivido pelo menos uma experiência não ordinária.
- 02O estudo sugere que a forma como as perguntas são feitas influencia significativamente os relatos de experiências incomuns.
- 03A professora Bárbara Pires, da UFRJ, descreve suas experiências de viagem astral e ressalta a importância de não reduzir essas vivências a uma única interpretação.
- 04Experiências como déjà vu e sensações de presença invisível foram relatadas por uma parte significativa da população, com prevalências entre 30% e 57%.
- 05Os pesquisadores defendem que experiências extraordinárias não devem ser automaticamente associadas a problemas de saúde mental, a menos que acompanhadas de sofrimento psicológico.
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Um novo estudo publicado na revista 'Nature Communications Psychology' revela que aproximadamente 20% dos brasileiros relatam ter vivenciado a sensação de 'viagem astral', onde a consciência parece se separar do corpo físico. A pesquisa, realizada por cientistas do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino, analisou mais de 11 mil participantes e encontrou que entre 97,57% e 99,5% já tiveram pelo menos uma experiência considerada não ordinária, como déjà vu e sonhos lúcidos. Os pesquisadores destacam que a maneira como as perguntas são formuladas pode alterar drasticamente os resultados, sugerindo que muitas pessoas hesitam em relatar essas experiências por medo de julgamento. A professora Bárbara Pires, da UFRJ, compartilha que vive essa experiência desde a infância e enfatiza a complexidade dessas vivências, que podem ser influenciadas por contextos emocionais e sociais. O estudo conclui que experiências extraordinárias não devem ser automaticamente interpretadas como sinais de problemas de saúde mental, a menos que estejam acompanhadas de sofrimento psicológico significativo.
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O estudo pode ajudar a desestigmatizar relatos de experiências incomuns, encorajando mais pessoas a compartilhar suas vivências sem medo de julgamento.
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