Casal em Praia Grande recebe indenização após compra de apartamento vendido duas vezes
Casal paga por apartamento vendido duas vezes e Justiça manda devolver dinheiro
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A Justiça Federal de Santos, São Paulo, determinou que a Sculp Construtora e a Caixa Econômica Federal devolvam o valor pago por um casal que financiou um apartamento em Praia Grande que nunca foi entregue. Além da devolução, o casal receberá R$ 20 mil em indenização por danos morais após descobrir que a unidade foi vendida para outra pessoa.
- 01O casal firmou um contrato de reserva em fevereiro de 2020, no valor de R$ 330 mil.
- 02A Caixa Econômica usou um imóvel avaliado em R$ 199 mil como garantia para o financiamento.
- 03A decisão da juíza Juliana Blanco Wojtowicz determinou a rescisão dos contratos de compra e financiamento.
- 04A indenização de R$ 20 mil foi fixada de forma solidária entre a construtora e a Caixa.
- 05A decisão é um importante precedente sobre a responsabilidade das instituições financeiras em projetos habitacionais.
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A Justiça Federal de Santos, no litoral de São Paulo, decidiu que a Sculp Construtora e a Caixa Econômica Federal devem ressarcir um casal que financiou um apartamento no Residencial La Premier III, em Praia Grande, que nunca foi entregue. O casal, que firmou um contrato de reserva em fevereiro de 2020 por R$ 330 mil, descobriu que a unidade havia sido vendida a outra pessoa após realizar um financiamento com a Caixa, utilizando um imóvel avaliado em R$ 199 mil como garantia. A juíza Juliana Blanco Wojtowicz determinou a rescisão dos contratos e a devolução integral dos valores pagos, além de uma indenização de R$ 20 mil por danos morais. A indenização foi fixada de forma solidária, permitindo que qualquer uma das partes pague o valor total e busque compensação da outra. A juíza destacou a grave violação contratual, incluindo o abandono da obra e a venda em duplicidade. O advogado do casal, Thyago Garcia, ressaltou que a decisão estabelece um importante precedente sobre a responsabilidade das instituições financeiras em financiamentos habitacionais, especialmente no contexto do programa Minha Casa Minha Vida. A Caixa Econômica Federal, por sua vez, não comentou a decisão judicial.
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Essa decisão pode influenciar outros consumidores que enfrentam situações semelhantes, aumentando a responsabilidade das construtoras e instituições financeiras.
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