Suspensão da vacina da dengue do Butantan: próximos passos e recomendações do Ministério da Saúde
Suspensão da vacina da dengue do Butantan: quais os próximos passos após anúncio do Ministério da Saúde?
G1 - O Portal
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Após a suspensão temporária da vacina contra a dengue do Instituto Butantan, o Ministério da Saúde investiga casos de reações adversas, incluindo duas mortes. Os estados e municípios devem interromper a aplicação da vacina, enquanto a pasta monitora novos casos e orienta quem já foi vacinado a observar possíveis efeitos colaterais.
- 01A suspensão da vacina do Butantan foi motivada por 42 casos de reações severas, incluindo duas mortes.
- 02O Ministério da Saúde orientará estados e municípios a interromper a aplicação da vacina e a manter os imunizantes refrigerados.
- 03Serão realizadas investigações sobre os óbitos e reações adversas, com a convocação de um comitê de especialistas pela Anvisa.
- 04Pacientes vacinados devem monitorar sintomas como febre, dor abdominal intensa e sinais de desidratação nos 21 dias após a vacinação.
- 05A vacina Qdenga, desenvolvida pela Takeda, continua disponível no SUS para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos.
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Na segunda-feira, 8 de janeiro, o Ministério da Saúde do Brasil anunciou a suspensão temporária da vacina contra a dengue do Instituto Butantan, após 42 casos de reações severas, incluindo duas mortes. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, informou que os estados e municípios serão notificados para interromper a aplicação da vacina, que deve ser mantida refrigerada. O ministério também iniciará um rastreamento de novos casos de reações adversas e investigará os óbitos relacionados à vacina. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) notificou o Butantan e convocará um comitê de especialistas para investigar os casos. Para aqueles que já receberam a vacina, o ministério recomenda atenção a possíveis efeitos adversos, como febre e dor abdominal intensa, nos 21 dias seguintes à vacinação. A vacina Qdenga, desenvolvida pela Takeda, permanece disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, sem afetar sua distribuição.
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A suspensão da vacina poderá afetar a imunização contra a dengue em várias regiões do Brasil, aumentando o risco de surtos da doença.
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